Wednesday, May 03, 2006

VISITA A ESCOLA

Visitei o Colégio Estadual Cosme de Farias localizado na rua Wenceslau Galo s/n, no final de linha de Cosme de farias, junto com as colegas Ive eMarinalva.
É uma escola de ensino fundamental dirigida pela Sra. Helenita Dantas, tivemos a oportunidade de assistir uma aula de ciências numa turma de 5a série, ministrada pela professora Maria Helena que abordou os temas " origem da vida e ecossistema".
Maiores informações sobre a visita encontra-se no relatorio preparado pela equipe e no blog da colega Marinalva.

Participei do texto de Demetrio Delizoicov cap.2 . A resposta encontra-se no blog de Rosileide.

LDB

CAPÍTULO II

Da Educação Básica

SEÇÃO I

Das Disposições Gerais

Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.

Art. 26. Os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.
§ 1º Os currículos a que se refere o caput devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil.
§ 2º O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.

SEÇÃO III

Do Ensino Fundamental

Art. 32. O ensino fundamental, com duração mínima de oito anos, obrigatório e gratuito na escola pública, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:
I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

SEÇÃO IV

Do Ensino Médio

Art. 35. O ensino médio, etapa final da educação básica, com duração mínima de três anos, terá como finalidades:
I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos;
II - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;
III - o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina.

Art. 36. O currículo do ensino médio observará o disposto na Seção I deste Capítulo e as seguintes diretrizes:
I - destacará a educação tecnológica básica, a compreensão do significado da ciência, das letras e das artes; o processo histórico de transformação da sociedade e da cultura; a língua portuguesa como instrumento de comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania;
II - adotará metodologias de ensino e de avaliação que estimulem a iniciativa dos estudantes.

Monday, April 03, 2006

NOVO RELATO - UM CASO ESPECÍFICO

Certa vez em uma das aulas, no momento da curiosidade um aluno levou um texto sobre alguns animais africanos, entre eles havia um cuja orelhas eram enormes, o aluno expressou-se muito bem e todos riram; um colega no fundo da sala comparou o animal com outro aluno, as risadas então aumentaram, eu pedi silêncio e expliquei que não era legal fazer aquele tipo de comparação, aproveitei para falar que ninguém era perfeito e todos possuiam defeitos por fim ressaltei a importancia do respeito ao próximo. No fim da aula o aluno vitima da piada me chamou para conversar e disse:"_ Não gostei do que aconteceu, você também riu de mim, isso é certo professora? Não quero mas conversa com você!"
Pedi ao aluno que esperasse para podermos conversar melhor e ele não esperou, fui para casa aflita e preocupada pensando em como resolver o problema, não encontrei ninguém para me orientar, em meus planos não havia pensado que esses problemas poderiam acontecer.
Pensei:
  • Será que tenho culpa pelo que aconteceu? Concluí que sim, deveria prevê tais situações.
  • Agir errado ao permitir que o aluno saísse sem conversar comigo sobre o ocorrido? Até hoje não tenho resposta, não poderia obriga-lo a conversar já que estava tão revoltado, talvez a conversa só o irritasse, mas as vezes penso que deveria ter corrido o risco, a atitude dele poderia ser diferente.
  • Será que devo me retratar durante a aula e suspender o momento da curiosidade? Achei esta a melhor alternativa para tal situação talvez seja injusta com os alunos que adoram o momento da curiosidade, pensarei outra coisa para substitui-lo.

No dia seguinte antes da aula chamei o aluno para conversar e ele não aceitou então diante de todos pedi desculpas ao aluno e expliquei que não rir dele e que aquele comportamento não era o melhor para resolver qualquer tipo de problema, ele deveria ter conversado comigo, decidi suspender o momento da curiosidade com isso todos ficaram calados e muitos não concordaram com minha decisão, substituí o momento pelo cuidado ao jardim da escola o que também foi bastante positivo.

Não sei se minha atitude foi correta, mas precisava tomar um decisão com urgência e achei essa a melhor saída.

Tuesday, March 21, 2006

Apresentação Pessoal
Sou Lisiane, formanda do curso de ciências naturais da Ufba, trabalho no HSR como Aux. de Enfermagem, apesar de está na area de saúde meu interesse maior é atuar na area de educação onde tenho maior afinidade. Pretendo fazer em breve uma especialização sobre Edc. Ambiental e no futuro poder ensinar.
Quando entrei na Ufba não tinha muita afinidade pelo curso porém com o passar dos anos fui me interessando e hoje não me arrependo de ter levado adiante. Em minha opinião muita coisa precisa ser acrescentada, quando se trata de curriculo.

Relato de Uma Experiência Docente

A primeira vez que saí da condição de estudante para a de professor foi no semestre passado, quando peguei a disciplina estagio de ciências. Assumi uma turma de 5 série do Colégio Estadual Bento Gonçalves, no primeiro dia de aula estava bastante nervosa pois não sabia como a turma iria me receber, para minha surpresa me deparei com uma turma de 45 alunos de 10 a 14 anos de idade que conversavam bastante.
No inicio não tinha o dominio da turma, precisei levar material ilustrativo e usar o retroprojetor para conseguir alguns momentos de silêncio, com isso a turma começou colaborar e participar. Então resolvi criar o momento da curiosidade onde nos 15 minutos finais de aula um aluno apresentaria uma curiosidade relacionada com o conteúdo da unidade e a participação foi brilhante.
Houve momentos que refleti como a vida de professor é dificil. Como calar 45 alunos? Como evitar brigas e palavrões? Como ser respeitado? Como conhecer e trabalhar com cada um deles? e o futuro? Para mim essas são perguntas necessitam de muitas pesquisas para obter respostas.